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quarta-feira, 14 de maio de 2008

Carta aberta enviada aos conselheiros da Petrobrás.

O texto "Movimento nossa São Paulo alerta conselheiros da Petrobrás para os efeitos do enxofre no diesel" foi publicado em seis de maio de 2008 no site "motonline – informação sem impressão" , no endereço http://www.motonline.com.br/default.asp?cod=10162&categoria=6.

Resumo
O movimento Nossa São Paulo, que reúne mais de 470 organizações, conseguiu junto ao Conar suspender a veiculação de dois anúncios publicitários da Petrobrás, por divulgarem a idéia falsa de que a estatal tem contribuído para a qualidade ambiental e o desenvolvimento sustentável do país.
O óleo diesel produzido pela estatal é um dos piores do mundo, diminuindo a qualidade de vida dos brasileiros. A proporção de enxofre é de 500 ppm/S e recomenda-se 50 ppm/S.
Responsabilidade social empresarial não é somente promover ações sociais, é necessário que se avalie os impactos que seus produtos irão produzir na vida da população, bem como no meio ambiente.
Por isso, as entidades que escreveram e assinaram esta carta, dirigiram-se às autoridades administrativas da Petrobrás a fim de que esta tome as providências necessárias, uma vez que está em jogo sua reputação e credibilidade mundial.

Análise Críica
A carta faz um apelo aos diretores da Petrobrás para que esta tome consciência do mal que têm feito à população quanto a presença de enxofre no óleo diesel. Comunica também a suspensão de dois anúncios publicitários por determinação do Conar, que entendeu como falsas as declarações existentes nos comerciais.
Esta matéria denuncia o uso da propaganda sobre responsabilidade social como forma de marketing, em detrimento de seu aspecto comprometido com a ética, sendo por isso, proibida sua veinculação.
Uma empresa com o porte da Petrobrás, além de promover projetos sociais, deve zelar pela saúde da população. Independentemente da lei, precisa assumir uma postura responsável frente à sociedade, e corrigir quaisquer danos que venham a atingir a saúde pública e o meio ambiente. Isto é necessário caso ela queira manter sua reputação e credibilidade como empresa socialmente responsável.

terça-feira, 29 de abril de 2008

Produção responsável na ordem do dia

Fernanda Yoneya, escreveu para o jornal "O Estado de S.Paulo", em 16 de abril de 2008, publicado no site http://www.estadao.com.br/suplementos/not_sup157445,0.htm .

Resumo:
A autora diz que a agricultura deve associar a preservação do ambiente com o respeito às regras sociais e trabalhistas, pois uma produção sustentável estrutura-se no tripé (da eficiência, da responsabilidade social e da preservação ambiental). Opinião também do Instituto Ares (Instituto do Agronegócio Responsável), que foi criado com a finalidade de facilitador do conceito de sustentabilidade na produção, uma vez que os desafios sociais são pertinentes a todos os setores empresariais. Assim, este Instituto preocupa-se tanto com questões humanas, quanto com aspectos técnicos como o bom uso da água, devolução de embalagens de agrotóxico, criação de certificado (que atesta a obediência a certos pré-requisitos, como a não utilização de trabalho forçado, infantil...). Prevêem que a listagem de determinações e exigências esteja concluida até 2009, estando já muitos produtores seguindo aquelas que já existem a fim de não perder competitividade, uma vez que produzir com responsabilidade social tornou-se pré-requisito para manter-se no mercado, principalmente externo.

Análise
A autora é inovadora e com determinação traz a aplicação do tema da responsabilidade social no campo, associando esta não só ao marketing, mas à sobrevivência da empresa neste mundo globalizado, expondo que principalmente no exterior, os produtores não atentos à responsabilidade social perdem mercado, pois essa, lá fora, é pré-requisito. Vemos a convergência desta matéria com o tema, bem como com as postagens anteriores, onde tem sido retratado – mesmo que nem sempre por ética – a importância e a necessidade de empreededorismo com responsabilidade social que também agrega valor ao negócio, trazendo garantias sociais e até mesmo maior qualidade de vida ao utilizar corretamente os insumos, ao proteger o ambiente, ao se preocupar com os trabalhadores. Para a adminstração é interessantíssimo esta interrelação da responsabilidade social com o setor primário da economia, pois vemos que este tema de alta complexidade não está sendo tratado como modismo, mas os diversos setores organizacionais estão empenhados em sua implantação e execução, mesmo que "forçosamente".

sexta-feira, 18 de abril de 2008

Relatório minoritário

Este texto foi escrito por Carla Guedes e retirado do site www.reputation.com.pt tendo a noticia sido publicada em 31 de março de 2008.

Resumo:

Atualmente o comprometimento das empresas com as questões ambientais vem se tornando um grande negócio onde o consumidor tende a comprar produtos e a confiar nos serviços de empresas que dão provas concretas de preocupação social e ambiental. Não se pode pensar em “Responsabilidade Social” como tática de conquista da simpatia do consumidor, embora muitas empresas tentassem por meio do Marketing manipulá-los e passar uma imagem enganosa do seu comprometimento social. Segundo estudos, as empresas que implantaram programas de responsabilidade social com transparência e ética criaram uma imagem positiva e realista e suas ações valorizaram-se no mercado de negócios. Nesta era de globalização acentuada, as empresas tornam-se mais competitivas quando investem em responsabilidade social com substância, transparência e ética.

Análise Crítica:

O texto critica a postura de certas empresas, que utiliza-se da responsabilidade social, como marketing para sua própria sustentabilidade, descompromissado com a essência do tema em si. Mostra-se elucidativa, alertando que, o mercado ainda não percebeu a relação de “simbiose” existente entre o negócio e as práticas de responsabilidade social, onde o negócio é necessário para a sustentabilidade das práticas, e a responsabilidade social é complemento fundamental para o desenvolvimento do negócio. Algumas empresas adotam políticas e práticas de responsabilidade social como forma de elaboração de relatórios minoritários, revestidos com estilo, mas com muito pouca substância, esquecendo-se da vinculação de dependência com seu público, o que irá necessariamente refletir nos resultados dos seus negócios. A conscientização da “responsabilidade social” com “sustentabilidade” por parte das empresas deve ser “reequacionada” para o bem da sua competitividade, fator essencial no sucesso do gerenciamento administrativo.










terça-feira, 18 de março de 2008

Precisamos promover os direitos humanos

Autor: Raymundo Magliano Filho
Folha on-line de quinta-feira, 13 de março de 2008.
A matéria trata da carência de transparência e igualdade social no Brasil, assunto ligado aos direitos humanos. Relata a importância do papel da imprensa na divulgação de ocorrência de violações à vida e dignidade dos brasileiros. Aponta a declaração universal dos direitos humanos como uma possível garantia real de proteção dos direitos. Informa sobre a intenção da alta comissária dos direitos humanos da ONU, Louise Arbour, de propor uma ampla agenda de divulgação e defesa dos direitos humanos para este ano, culminando com o aniversário da Declaração Universal dos Direitos Humano em dezembro. Também afirma que as empresas já se encontram habilitadas a promover os chamados direitos sociais, consagrados na declaração universal. A inclusão social é imprescindível, faz-se necessário a disseminação dos direitos humanos para haver a evolução de que precisamos.
O autor esclarece a importância da responsabilidade social para a implementação dos direitos humanos na sociedade moderna. Focaliza a mídia como sendo a “vigilante” capaz de denunciar arbitrariedades que, porventura, ocorram contra a dignidade dos brasileiros. Seu pensamento está de acordo com a tendência atual de valorização da dignidade humana, não apenas na comunidade, mas também no meio empresarial. A presença de mão-de-obra humana tem sido valorizada hoje em dia, sendo, portanto necessário um envolvimento maior dos empresários em prol do bem-estar de seus funcionários. A promoção dos direitos humanos é um assunto de suma importância para a Administração, pois atualmente não é possível a uma organização manter-se a par deste tema. Cabe ao administrador o estudo profundo da responsabilidade social empresarial, para que as organizações alcancem seus objetivos, tendo como parceiro principal o ser humano, considerando-se suas individualidades, sentimentos, e outras tantas características próprias inerentes ao homem.

sexta-feira, 7 de março de 2008

Responsabilidade Social:etica ou marketing?

Responsabilidade Social é o envolvimento da gestão, definida pela ética, com todos aqueles com os quais a empresa se relaciona, através do estabelecimento de metas compatíveis com o desenvolvimento sustentável da sociedade, seja através da preservação dos recursos ambientais e culturais, focando o futuro, com respeito à diversidade e buscando reduzir as desigualdades sociais, sem deter-se no marketing próprio de acordo com a Instituição Ethos.

Pretende-se então, apresentar uma nova realidade no mundo dos negócios, evidenciado por um movimento a favor da ética e da responsabilidade social. Uma nova postura para as organizações a fim de galgar sua permanência e crescimento neste atual mercado globalizado. Através do desenvolvimento de projetos sociais, às vezes em parceria com o governo, para amenizar os graves problemas sociais que afligem a sociedade. Desde que realizado com ética e de forma autêntica, não apenas para a própria promoção, sendo assim necessário que a empresa tenha incorporado ao seu pensamento a cultura de responsabilidade social, pois os projetos sociais demandam um compromisso sério, não apenas uma contribuição para um ou dois anos, ou até que se renove a diretoria ou obtenção de um prêmio. E, tendo em vista o processo de globalização, o avanço tecnológico, a acelerada propagação do conhecimento no mundo dos negócios, torna-se necessário aos gestores a alavancagem dos lucros, o aumento do retorno dos investimentos, pois sempre será cobrado pelos acionistas; porém a participação da organização nestes projetos auxilia na veiculação da imagem da empresa, proporcionando o êxito almejado aos administrados.
Escolhemos então este assunto porque acreditamos que as organizações empresariais devem manter uma postura ética em relação ao ser humano como um todo, e todas as esferas possíveis, tais como políticas sociais, meio ambiente, atividades culturais.