sexta-feira, 18 de abril de 2008

Relatório minoritário

Este texto foi escrito por Carla Guedes e retirado do site www.reputation.com.pt tendo a noticia sido publicada em 31 de março de 2008.

Resumo:

Atualmente o comprometimento das empresas com as questões ambientais vem se tornando um grande negócio onde o consumidor tende a comprar produtos e a confiar nos serviços de empresas que dão provas concretas de preocupação social e ambiental. Não se pode pensar em “Responsabilidade Social” como tática de conquista da simpatia do consumidor, embora muitas empresas tentassem por meio do Marketing manipulá-los e passar uma imagem enganosa do seu comprometimento social. Segundo estudos, as empresas que implantaram programas de responsabilidade social com transparência e ética criaram uma imagem positiva e realista e suas ações valorizaram-se no mercado de negócios. Nesta era de globalização acentuada, as empresas tornam-se mais competitivas quando investem em responsabilidade social com substância, transparência e ética.

Análise Crítica:

O texto critica a postura de certas empresas, que utiliza-se da responsabilidade social, como marketing para sua própria sustentabilidade, descompromissado com a essência do tema em si. Mostra-se elucidativa, alertando que, o mercado ainda não percebeu a relação de “simbiose” existente entre o negócio e as práticas de responsabilidade social, onde o negócio é necessário para a sustentabilidade das práticas, e a responsabilidade social é complemento fundamental para o desenvolvimento do negócio. Algumas empresas adotam políticas e práticas de responsabilidade social como forma de elaboração de relatórios minoritários, revestidos com estilo, mas com muito pouca substância, esquecendo-se da vinculação de dependência com seu público, o que irá necessariamente refletir nos resultados dos seus negócios. A conscientização da “responsabilidade social” com “sustentabilidade” por parte das empresas deve ser “reequacionada” para o bem da sua competitividade, fator essencial no sucesso do gerenciamento administrativo.










quinta-feira, 3 de abril de 2008

Consumidor quer Responsabilidade Social de Empresas

Introdução
Consultando o site http://www.administradores.com.br/noticias/consumidor_quer_responsabilidade_social_de_empresa/14754/ encontramos a notícia: “Consumidor quer Responsabilidade Social de empresa” de 02 de abril de 2008 às 00:03 que foi postada na revista Pequenas Empresas e Grandes Negócios.

Resumo
Pesquisas realizadas pelo Instituto AKATU afirmam que 77% dos brasileiros estão interessados em saber o que as empresas têm feito em Responsabilidade Social.

A desinformação e o ceticismo é um grande desafio das empresas enganjadas no projeto. Relatórios revelam a necessidade em instruir os consumidores a selecionar organizações com propósitos éticos e valores em Responsabilidade Social, daquelas que utilizam projetos com intuito de manipular a imagem que contradiz suas metas corporativas.

Enquanto 24% dos consumidores entrevistados teriam intenção de comprar ou falariam a favor dos produtos como forma de premiação às empresas cidadãs e 27% considerarem a possibilidade de punir ou criticar produtos de empresas contrárias ao tema. Esses índices apresentam queda em relação a 2000, quando 39% mostravam intenção de premiar e 35% punir, refletindo uma consciência do consumidor brasileiro carente de informações sobre as ações das organizações, o que fica comprovado de 2007, 51% dos entrevistados declararem interesse mas pouca ou nenhuma informação em responsabilidade social.

Análise crítica
O autor é critico quanto ao posicionamento das empresas em não divulgarem suas ações referentes a responsabilidade social. Elas deveriam assumir uma postura informativa de seus projetos direcionados ao meio social e ambiental, visando sensibilizar e mobilizar o consumidor para que se manifeste com senso crítico.
Para o Instituto AKATU, existe uma parcela da população que desconfia da divulgação das ações de responsabilidade social por parte das empresas. Em entrevista 51% discordam da honestidade e veracidade das ações da empresa.
É preciso responsabilidade social com ética desvinculada do marketing, para que os consumidores possam diferenciar empresas que manipulam preferências ou atuem realmente de acordo com a responsabilidade social. Associando à Administração-sistema de informação gerencial, vemos a necessidade de divulgação da informação que é matéria-prima para a tomada de decisão ( inclusive do consumidor ).

terça-feira, 18 de março de 2008

Precisamos promover os direitos humanos

Autor: Raymundo Magliano Filho
Folha on-line de quinta-feira, 13 de março de 2008.
A matéria trata da carência de transparência e igualdade social no Brasil, assunto ligado aos direitos humanos. Relata a importância do papel da imprensa na divulgação de ocorrência de violações à vida e dignidade dos brasileiros. Aponta a declaração universal dos direitos humanos como uma possível garantia real de proteção dos direitos. Informa sobre a intenção da alta comissária dos direitos humanos da ONU, Louise Arbour, de propor uma ampla agenda de divulgação e defesa dos direitos humanos para este ano, culminando com o aniversário da Declaração Universal dos Direitos Humano em dezembro. Também afirma que as empresas já se encontram habilitadas a promover os chamados direitos sociais, consagrados na declaração universal. A inclusão social é imprescindível, faz-se necessário a disseminação dos direitos humanos para haver a evolução de que precisamos.
O autor esclarece a importância da responsabilidade social para a implementação dos direitos humanos na sociedade moderna. Focaliza a mídia como sendo a “vigilante” capaz de denunciar arbitrariedades que, porventura, ocorram contra a dignidade dos brasileiros. Seu pensamento está de acordo com a tendência atual de valorização da dignidade humana, não apenas na comunidade, mas também no meio empresarial. A presença de mão-de-obra humana tem sido valorizada hoje em dia, sendo, portanto necessário um envolvimento maior dos empresários em prol do bem-estar de seus funcionários. A promoção dos direitos humanos é um assunto de suma importância para a Administração, pois atualmente não é possível a uma organização manter-se a par deste tema. Cabe ao administrador o estudo profundo da responsabilidade social empresarial, para que as organizações alcancem seus objetivos, tendo como parceiro principal o ser humano, considerando-se suas individualidades, sentimentos, e outras tantas características próprias inerentes ao homem.

sexta-feira, 7 de março de 2008

Responsabilidade Social:etica ou marketing?

Responsabilidade Social é o envolvimento da gestão, definida pela ética, com todos aqueles com os quais a empresa se relaciona, através do estabelecimento de metas compatíveis com o desenvolvimento sustentável da sociedade, seja através da preservação dos recursos ambientais e culturais, focando o futuro, com respeito à diversidade e buscando reduzir as desigualdades sociais, sem deter-se no marketing próprio de acordo com a Instituição Ethos.

Pretende-se então, apresentar uma nova realidade no mundo dos negócios, evidenciado por um movimento a favor da ética e da responsabilidade social. Uma nova postura para as organizações a fim de galgar sua permanência e crescimento neste atual mercado globalizado. Através do desenvolvimento de projetos sociais, às vezes em parceria com o governo, para amenizar os graves problemas sociais que afligem a sociedade. Desde que realizado com ética e de forma autêntica, não apenas para a própria promoção, sendo assim necessário que a empresa tenha incorporado ao seu pensamento a cultura de responsabilidade social, pois os projetos sociais demandam um compromisso sério, não apenas uma contribuição para um ou dois anos, ou até que se renove a diretoria ou obtenção de um prêmio. E, tendo em vista o processo de globalização, o avanço tecnológico, a acelerada propagação do conhecimento no mundo dos negócios, torna-se necessário aos gestores a alavancagem dos lucros, o aumento do retorno dos investimentos, pois sempre será cobrado pelos acionistas; porém a participação da organização nestes projetos auxilia na veiculação da imagem da empresa, proporcionando o êxito almejado aos administrados.
Escolhemos então este assunto porque acreditamos que as organizações empresariais devem manter uma postura ética em relação ao ser humano como um todo, e todas as esferas possíveis, tais como políticas sociais, meio ambiente, atividades culturais.